PESQUISADORA BRASILEIRA GANHA PRÊMIO INTERNACIONAL COM PESQUISA SOBRE ZIKA E DOENÇA DE CHAGAS

A MINEIRA RAFAELA FERREIRA É UMA DAS REPRESENTANTES DA AMÉRICA LATINA

 

Pesquisadora Rafaela Ferreira, da UFMG (Foto: Divulgação)

 

Reconhecer o trabalho de mulheres cientistas do mundo todo e estimular o equilíbrio de gênero nessa carreira tão dominada por figuras masculinas é a missão do prêmio Para Mulheres na Ciência. Criado em 1998 pela L'Oréal em parceria com a Unesco, o programa também conta com uma versão brasileira, e só em 2017 premiou sete cientistas por aqui.

 

A boa notícia é que uma delas, a mineira Rafaela Ferreira, é um dos destaques do International Rising Talents - prêmio concedido a 15 jovens pesquisadoras por ano. Rafaela, uma das representantes da América Latina, veio da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e tem como foco de trabalho o desenvolvimento de tratamentos mais eficazes contra a Zika e a Doença de Chagas. No laboratório, ela desenha moléculas capazes de inibir o funcionamento de proteínas essenciais para a existênia de vírus e protozoários causadores das doenças.

 

O Dia Internacional da Mulher marca também a abertura de incrições para a próxima edição da premiação, que é realizada desde 2006 no Brasil. Todo ano, sete pesquisadoras das áreas de Ciências da Vida, Ciências Físicas, Ciências Químicas e Matemática são contempladas com uma bolsa-auxílio de R$ 50 mil a cada para dar prosseguimento aos seus estudos. As inscrições vão até o dia 20 de abril e as vencedoras serão conhecidas no início do segundo semestre. O regulamento completo está disponível no site www.paramulheresnaciencia.com.br.

 

 

 

 

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